O que ficou na lembrança

Encerramos a série sobre as impressões do Felipe Meirelles e do João Poli Cury com o depoimento final de cada um sobre a sua experiência de ter passado um ano letivo estudando na NZ.
O objetivo dessa série foi mostrar aos pais que não devem ter receio da distância entre o Brasil e a Nova Zelândia, nem da duração do vôo.
Esses aspectos são compensados com a segurança e estilo de vida oferecidos pela Nova Zelândia conforme textos que já publicados.
Os pais,  tanto do Felipe como do João, ficaram tranqüilos em deixar que seus filhos permanecessem na Nova Zelândia mesmo com a pandemia acontecendo logo após a chegada deles.
Felipe à esquerda e João no centro com um colega em Queenstown.
Felipe

Em geral, minha ida para a Wakatipu me ajudou enquanto aprendizados práticos para a vida é uma experiência diferente, considerando que a parte acadêmica não contribui em nada no currículo brasileiro. Por conta disso, acabei escolhendo matérias que não necessariamente tem relação com minha escolha de carreira, a medicina, em prol à outras que agregaram de formas diferentes. Com certeza vou sentir muita saudade da Nova Zelândia, principalmente no que se refere à acessibilidade sem igual aos esportes ao ar livre, que me permitiam manter um estilo de vida mais saudável, fisicamente e mentalmente.

João

Vou sentir muita falta do meu intercâmbio na Nova Zelandia. O que eu mais vou sentir falta é o estilo de vida que eu tinha quando eu estava no intercâmbio, já que eu vivia muito mais relaxado do que a minha vida em São Paulo, onde eu vivo com muito mais stress. Também vou sentir muita falta das pessoas que conheci durante essa experiência, jaáque elas vivem longe de mim, e morando em Sao Paulo eu não posso manter o mesmo relacionamento que eu tinha quando eu vivia perto delas. Entretanto, eu ainda mantenho contato com pessoas que eu espero reencontrar em um futuro próximo.

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