A “host family”e o Felipe

O Felipe contou que …

Durante esse ano (2020)  fiquei hospedado em uma casa de família composta por uma mãe e duas irmãs mais novas. Essa casa acabou sendo definida pouco antes da minha chegada na Nova Zelândia, enquanto eu ainda estava no avião, por decorrência de um problema de última hora na minha primeira host family. Por ser de última hora, acabei ficando com a coordenadora de host families da escola, o que seria provisório até que minha primeira família estivesse disponível. Porém, depois de três meses lá,  já estava habituado e gostava da casa e da família, então decidi ficar. A família me acolheu muito bem, me ajudando com minhas necessidades iniciais, ensinando os costumes locais e me levando para conhecer a cidade que eu moraria pelos próximos meses. Acabei me adaptando muito bem, inclusive por ter convivido com elas durante todo o lockdown, sendo que continuo carregando um grande carinho pela família.

Felipe tinha uma vista privilegiada da casa onde morou: as montanhas Remarkables, muito procuradas por adeptos de ski.

 

 

 

Falando em quarentena, posso me considerar uma pessoa de sorte durante esse período. Por conta das estradas vazias, minha família dirigiu algumas vezes comigo pela região para conhecer novos lugares. Além disso, consegui me manter fisicamente ativo, praticando esportes individuais durante todo o período e explorando novos lugares da cidade com minha bicicleta. Não só individualmente, conseguia aproveitar um pouco do ar livre dentro de minha bolha. Em linhas gerais, posso dizer que a quarentena foi bem tranquila para mim, durando cerca de um mês e meio.

Hiking (trilhas) que o Felipe fez na Ben Lomond Track, em Queenstown.

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